As vezes que mais preciso escrever são exatamente as que eu não consigo nem começar um texto. É tanta coisa acontecendo, inúmeras ideias, problemas, que é até difícil organizar tudo em apenas umas folhas de papel.
Pela primeira vez na vida vou tentar falar de tudo, e ao mesmo tempo de nada. Sem lições de moral ou um bons conselhos. Dessa vez deixo a poesia de lado e apresento-me como ...Alice. Espero que gostem dessa menina que ultimamente tem deixado a mulher tomar conta de tudo, mas que morre de saudade da época que podia contar com o sonho de ser criança.
Sonhos. Não sei o que é pior, endurecê-los e tornar esse lúdico dom em apenas metas, ou esquecer de acordar e não colocá-los em prática.Trabalho, estabilidade financeira, contas, casa, multas. Paz mundial, um dia inteiro sem preocupações, a viagem dos sonhos. Um dia eu cheguei a acreditar que nada no mundo me tiraria a graça de olhar para meus problemas e dar uma risadinha, mas admito que eles já não são tão divertidos. Entretanto, luto bravamente para rir da chuva que cai na hora que estou na rua, da chave que eu perco e fico presa fora de casa depois de uma longa jornada de trabalho...e tudo no mesmo dia. Quer dizer, se isso acontecesse numa comédia romântica eu acharia lindo e até me perguntaria por que comigo as coisas não são assim (ainda que eu saiba que na minha vida não vai entrar uma trilha sonora que combine com a situação).
Por falar em romance... Ahh o amor. Que coisa mais difícil hein. Eu cresci vendo filmes da Disney, amigos leais e vilões que são derrotados. Tudo por conta desse sentimento. Aí vem a juventude, século XXI, internet, comunicação de massa, globalização. Espera! Aonde as princesas se encaixam aí? Porque sabem, eu sou uma. Não espalha não tá? Eu não gosto de sair falando isso porque ninguém vai acreditar, mas é verdade. Não sou do tipo que tenho castelo ou uma corte inteira para fazer minhas vontades (infelizmente). Mas tenho princípios, e já viram como essa palavra combina com os mais cobiçados da realeza?Príncipes. Não sei se é apenas uma irônica coincidência, mas por conta dessa minha característica, eu devo ter um Aladdin por aí ou...um Shrek. A questão é que parece que todas as pessoas decidiram ter medo. Relacionamento virou um palavrão e se machucar virou um pecado. Ponto de fraqueza. Odeio demonstrar defeitos, e muito menos meus pontos fracos. O mundo não está pronto para receber o colorido e a insegurança do amor. E pelo visto nem eu. Mas como já disse, sou uma princesa, e de acordo com meus ensinamentos, existe um povo que mora no mar, um tapete que voa , uns passarinhos que cantam comigo e tudo pode acontecer. Adoro isso.
Tudo pode acontecer. Digo, tudo mesmo! Principalmente quando não é o seu dia. É o chiclete que gruda no sapato, aquele sorriso com alface, um comentário que sem querer não foi bem-vindo, uma discussão que não temos razão. Quanta frustração. Tenho que me preocupar tanto em parecer bem, que muitas vezes não estou melhor só por ter que fingir. Que ironia, né? Uma triste realidade que não faz parte só da minha vida. Queria ter um poder, decretar o Dia da Alegria. Já imaginou?Fazer o que quiser, desde que te faça bem. (e que não faça mal à ninguém). Eu iria montar um flash mob.Isso mesmo. Aquelas dancinhas de passos iguais e ao mesmo tempo aleatórios, dando a impressão de que todos nós fazemos parte da mesma coisa. Provavelmente escolheria a Presidente Vargas para ser o palco. Tem tanta gente diferente lá. Mendigo, empresário, pipoqueiro, servidor público, estudante. Eu ia realmente adorar ver tanta gente distinta se completando. A música seria dos Beatles, ou uma mais atual. Tanto faz. Não preciso decidir isso agora, só quando eu decretar o Dia da Alegria. E você? O que faria nesse dia?(Além de participar do meu flash mob).
Sonhos. Não sei o que é pior, endurecê-los e tornar esse lúdico dom em apenas metas, ou esquecer de acordar e não colocá-los em prática.Trabalho, estabilidade financeira, contas, casa, multas. Paz mundial, um dia inteiro sem preocupações, a viagem dos sonhos. Um dia eu cheguei a acreditar que nada no mundo me tiraria a graça de olhar para meus problemas e dar uma risadinha, mas admito que eles já não são tão divertidos. Entretanto, luto bravamente para rir da chuva que cai na hora que estou na rua, da chave que eu perco e fico presa fora de casa depois de uma longa jornada de trabalho...e tudo no mesmo dia. Quer dizer, se isso acontecesse numa comédia romântica eu acharia lindo e até me perguntaria por que comigo as coisas não são assim (ainda que eu saiba que na minha vida não vai entrar uma trilha sonora que combine com a situação).
Por falar em romance... Ahh o amor. Que coisa mais difícil hein. Eu cresci vendo filmes da Disney, amigos leais e vilões que são derrotados. Tudo por conta desse sentimento. Aí vem a juventude, século XXI, internet, comunicação de massa, globalização. Espera! Aonde as princesas se encaixam aí? Porque sabem, eu sou uma. Não espalha não tá? Eu não gosto de sair falando isso porque ninguém vai acreditar, mas é verdade. Não sou do tipo que tenho castelo ou uma corte inteira para fazer minhas vontades (infelizmente). Mas tenho princípios, e já viram como essa palavra combina com os mais cobiçados da realeza?Príncipes. Não sei se é apenas uma irônica coincidência, mas por conta dessa minha característica, eu devo ter um Aladdin por aí ou...um Shrek. A questão é que parece que todas as pessoas decidiram ter medo. Relacionamento virou um palavrão e se machucar virou um pecado. Ponto de fraqueza. Odeio demonstrar defeitos, e muito menos meus pontos fracos. O mundo não está pronto para receber o colorido e a insegurança do amor. E pelo visto nem eu. Mas como já disse, sou uma princesa, e de acordo com meus ensinamentos, existe um povo que mora no mar, um tapete que voa , uns passarinhos que cantam comigo e tudo pode acontecer. Adoro isso.
Tudo pode acontecer. Digo, tudo mesmo! Principalmente quando não é o seu dia. É o chiclete que gruda no sapato, aquele sorriso com alface, um comentário que sem querer não foi bem-vindo, uma discussão que não temos razão. Quanta frustração. Tenho que me preocupar tanto em parecer bem, que muitas vezes não estou melhor só por ter que fingir. Que ironia, né? Uma triste realidade que não faz parte só da minha vida. Queria ter um poder, decretar o Dia da Alegria. Já imaginou?Fazer o que quiser, desde que te faça bem. (e que não faça mal à ninguém). Eu iria montar um flash mob.Isso mesmo. Aquelas dancinhas de passos iguais e ao mesmo tempo aleatórios, dando a impressão de que todos nós fazemos parte da mesma coisa. Provavelmente escolheria a Presidente Vargas para ser o palco. Tem tanta gente diferente lá. Mendigo, empresário, pipoqueiro, servidor público, estudante. Eu ia realmente adorar ver tanta gente distinta se completando. A música seria dos Beatles, ou uma mais atual. Tanto faz. Não preciso decidir isso agora, só quando eu decretar o Dia da Alegria. E você? O que faria nesse dia?(Além de participar do meu flash mob).